Eutanásia de cães não traz controle efetivo da leishmaniose

““Se eliminarmos o cão, a leishmaniose não vai acabar; o protozoário vai se adaptar a outra espécie e a doença vai continuar existindo”, afirmou, referindo-se a pesquisas científicas que já identificaram a doença em gatos, cavalos e lebres.

Na avaliação de Ribeiro, para evitar a propagação da leishmaniose, seria mais eficaz adotar um conjunto de medidas como vacinação, tratamento dos cachorros doentes e utilização de coleiras com repelentes do mosquito-palha. A eliminação de lixo acumulado, para evitar a proliferação do mosquito, é outra providência de combate à doença.”

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Soraya Simon
Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba
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